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Polícia Federal prende quatro suspeitos de assalto a banco e sequestro

Suspeitos usavam documentos falsos. Foto: PF/ DivulgaçãoPoliciais Federais através da Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Patrimônio (Delepart) prenderam quatro homens suspeitos de integrar uma quadrilha de assaltantes de banco especializada na ação conhecida como "sapatinho". A tática consiste em sequestrar o gerente e levá-lo até a agência para assaltar o banco.

De acordo com a polícia, o grupo foi detido quando se reuniam para possivelmente planejar o roubo a um carro-forte no centro do Recife e esquematizar mais um sequestro de gerente de banco em Olinda e no Cabo de Santo Agostinho.

Depois de receber denúncias sobre o encontro, características físicas dos suspeitos e do veículo que eles estavam ocupando, um fiat siena, de cor prata e placas KHK7631, os agentes se dividiram em várias equipes para realizar diligências em vários pontos da cidade.

Por volta das 19h, os federais localizaram o veículo suspeito com quatro ocupantes parado em um posto de gasolina na cidade de Olinda, próximo ao terminal de ônibus. Os suspeitos foram cercados e receberam a ordem de sair do carro com as mãos sobre a cabeça. Todos foram presos e algemados.

Na abordagem, os detidos apresentaram carteiras de identidades falsas, que depois confessaram ter adquirido na feira de Peixinhos por R$ 2 mil. De acordo com a polícia, um dos suspeitos jogou-se no asfalto provocando alguns hematomas no corpo e resistindo à prisão.

Confira os nomes dos presos e crimes praticados:

Marcos Antônio Nascimento Vanderley, conhecido como "Marcos Barreiros", de 38 anos, natural de Barreiros.Considerando o líder da quadrilha e principal articulador de diversos assaltos cometido em Pernambuco, estava cumprindo pena no presídio Aníbal Bruno por ter participado de vários assaltos, sequestros e tráfico de drogas nos anos de 1995, 1998 e 2003, sendo sentenciado a mais de 60 anos de reclusão. Conseguiu fugir de vários estabelecimentos prisionais, ficando na situação de foragido em virtude de mandado de prisão ter sido expedido em seu desfavor. Já foi preso por mais de três vezes sempre pelo crime de assalto a estabelecimento bancários com sequestro de seus respectivos gerentes.
Fábio Gomes, conhecido como "Coroa",49 anos, natural de Santos/SP, autônomo, sem residência fixa. É integrante da facção criminosa PCC – Primeiro Comando da Capital que domina os presídios paulistas. Estava cumprindo pena na Penitenciária Barreto Campelo e quando progrediu para o regime semi-aberto não retornou mais ficando na situação de foragido em virtude de mandado de prisão ter sido expedido em seu desfavor. Já foi preso por mais de quatro vezes sempre pelo crime de assalto a estabelecimento bancários nos estados de São Paulo, Rio Grande do Norte, Paraná, e Pernambuco.
Gilberto Santiago de Melo, o "Careca", 41 anos, natural de Recife/PE, ajudante de pedreiro e residente no bairro de Casa Amarela. Estava cumprindo pena no presídio Aníbal Bruno por ter participado de um assalto a uma agência do Banco do Brasil de Ipojuca/PE no ano de 2001, e quando progrediu para o regime semi-aberto não retornou mais ficando na situação de foragido em virtude de mandado de prisão ter sido expedido em seu desfavor. Já foi preso por mais de três vezes sempre pelo crime de assalto a estabelecimento bancários, sendo sentenciado a mais de 55 anos de reclusão.
José Humberto Brasileiro, o "Ninho", 38 anos, natural de Recife, auxiliar de serviços gerais e residente no bairro de Casa Amarela. Estava cumprindo pena no presídio Aníbal Bruno por ter participado de um assalto a uma joalharia em Boa Viagem/PE no ano de 2009, e quando conseguiu liberdade provisória não compareceu mais à Justiça para assinar termo de compromisso ficando na situação de foragido em virtude de mandado de prisão ter sido expedido em seu desfavor. Já foi preso por mais de duas vezes sempre pelo crime de assalto a estabelecimento bancários e joalheiras.
Todos foram encaminhados para o Cotel (Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna), onde ficarão à disposição da Justiça Federal. Os presos foram autuados  por uso de documento falso, associação criminosa e resistência à prisão e, caso sejam condenados, poderão pegar penas que somadas ultrapassam nove anos de reclusão. Foram apreendidos, o veículo fiat siena, as carteiras de identidades falsas, além de nove aparelhos celulares.link

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