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Policiamento feminino combate violência doméstica em Petrolina, PE

Grupo de prevenção é composto por 6 mulheres.
Elas fazem aconselhamento em escolas e comunidades.

Grupo feminino do 5º BPM em Petrolina (Foto: Portal SG/Arquivo pessoal)

Grupo feminino do 5º BPM em Petrolina (Foto: Portal SG/Arquivo pessoal)

Policiamento feminino para coibir a violência contra a mulher. A ideia surgiu por causa do alto índice de ameaças contra as mulheres da região, uma média de 7 casos por mês. No último levantamento feito pelo Batalhão da Polícia Militar em Petrolina, no sertão do estado, entre junho de 2013 e fevereiro deste ano, foram registradas 60 ocorrências enquadradas na Lei Maria da Penha.

O Grupo de Prevenção Social do 5º Batalhão de Polícia Militar de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, tem essa formação especial desde 2011. Uma equipe composta por seis PM mulheres que usam a sensibilidade feminina para coibir a violência doméstica. "Esta é a única viatura do Sertão de PE formada apenas por um efetivo feminino. Até a motorista é mulher", reforçou a integrante do grupo, a soldado Jussara Ribeiro.

Desde que assumiu, em fevereiro deste ano, o novo comandante do o 5º BPM, Ricardo Peres, implementou o trabalho realizado pelo grupo feminino do batalhão com o projeto GT ameaça, voltado exclusivamente para o combate à violência contra a mulher. "Todas as pessoas que participam, passaram por cursos como o de aperfeiçoamento psicológico", destacou o comandante.

"Muitas vezes pegamos o boletim de ocorrência e, quando tem um registro da Lei Maria da Penha, vamos na casa da vítima e do acusado para conversar e saber o que está acontecendo", ressaltou a major Cristine Vieira, que faz parte do grupo e é formada em psicologia. Além deste acompanhamento com os envolvidos nos registros policiais, elas fazem aconselhamento em escolas e comunidades.

Para o comandante, uma justificativa para a violência relativa à mulher é cultural. "É um caso que tem que ser observado e muitas vezes acontece por causa da omissão da própria vítima que não denuncia o agressor", explicou Ricardo Peres.ver link

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